Marcos Papa – Existem absurdos cometidos pela prefeita e, disso todo mundo sabe! Mais uma vez a administração passou dos limites, na tentativa de empurrar para a população a responsabilidade de arcar com os erros dela.  Desesperada para preencher os rombos deixados nos cofres públicos da cidade, a prefeita aumentou em, nada mais nada menos, que 200% o valor cobrado aos ribeirão-pretanos que precisam estacionar seus veículos nas ruas demarcadas pela Área Azul do município.  Não vamos deixar passar isso acontecer!  Eu e os demais vereadores da oposição protocolamos uma representação, junto do Ministério Público Estadual, para questionar a legalidade desse aumento e, pedimos à Justiça que barre esse absurdo da prefeita.

Leia novamente e veja que disparate: Por meio de um decreto ela triplica a cobrança do estacionamento rotativo nas ruas da cidade. A tarifa, em vigor desde o dia 1º deste mês subiu de R$ 1 para R$ 3 pelo período de duas horas. E tem mais: se você tinha comprado cartões antecipadamente, pelo preço antigo, a intenção da prefeitura é que serão válidos até dezembro apenas.

No ano passado, a prefeitura já havia tentado aumentar o valor cobrado na Área Azul por meio de decreto, mas a justiça barrou. No entendimento da juíza Lucilene Aparecida Canella de Melo, da 2ª Vara da Fazenda Pública de Ribeirão, a medida era “abrupta” e sem esclarecimentos.

Sobre o atual aumento, a prefeitura argumenta que a tarifa é inferior à de cidades como São Paulo!  Ah!  Então ela quer equiparar valores com a cidade de São Paulo?  Que tal equiparar São Paulo com alguns pontos do transporte público também, onde com o valor da tarifa (quase o mesmo cobrado em Ribeirão Preto) da o direito de fazer quatro embarques, em qualquer sentido, no prazo de até três horas e ainda cobre um trajeto infinitamente maior que o que pode percorrer um usuário do transporte coletivo em Ribeirão Preto?

Acionamos a Justiça e agora vamos esperar pelos resultados, que estamos certos, serão a favor da população! O Ribeirão-pretano não pode, mais uma vez, arcar com ônus dos erros da prefeitura.

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